Mania de satisfação eletrônica 1
E, de repente, no meio do trabalho, no fim-de-semana, meu futuro se clarividencia. Claro que ele era lógico e previsível, só não tinha me dado conta. Ou tinha, e me esqueci.
Brilhante? Não...
Bonito? E o que não é?
Um ponto de vista pseudo-proto-geográfico da dissociedade (?)
E, de repente, no meio do trabalho, no fim-de-semana, meu futuro se clarividencia. Claro que ele era lógico e previsível, só não tinha me dado conta. Ou tinha, e me esqueci.
Brilhante? Não...
Bonito? E o que não é?
O que eu vejo no ócio que me faz tão confortável eu não sei. Isso me incomoda mesmo ou fazem me incomodar com isso?
Não é fácil, não é fácil...

Quando aprendemos a manipular as verdades com a ponta dos dedos sujos de óleo ninguém mais consegue nos parar. Somos tratores destruindo possibilidades e parâmetros, somos cães estuprando cadelas e outros cães na rua, somos sorvetes derretendo no verão e sujando a mais delicada mão, somos enxaquecas que não falam quando chegam e nem quando saem. Somos quilos a mais.
Só toma cuidado pra não deixar a verdade cair no chão sujo e estilhaçar-se. Ainda vai levar um tombo nos cacos.
Se emagrecer, acho que fica com o pinto grande. Senão seria muita sacanagem...
Apenas um nome mais condizente à atual situação relativa deste espaço.
Desfatuidade não é sinônimo nem antônimo de desimportante.
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Permita-se, gente!
Vamo se mexer!